<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352</id><updated>2011-08-15T11:09:44.392-07:00</updated><title type='text'>O Mentor</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352.post-113741513461932171</id><published>2006-01-16T04:37:00.000-08:00</published><updated>2006-01-16T04:38:54.723-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Perguntei a uma abelha porque ela fazia mel, me disse que não tinha tempo para responder.&lt;br /&gt; Repeti a pergunta à que parou logo na flor ao lado, e me deu a mesma resposta&lt;br /&gt;e voou com pressa murmurando ; -Somos abelhas, fazemos mel !&lt;br /&gt; ‘A terceira perguntei se jà havia pensado em parar de trabalhar na produção de mel,&lt;br /&gt; ela respondeu irritada com a pergunta sugestiva ;&lt;br /&gt;-    Não. Gosto de ser uma abelha !&lt;br /&gt;Então quis saber se alguma delas não fazia este trabalho;&lt;br /&gt;-    Vossa Majestade, a Rainha, não trabalha com a gente.&lt;br /&gt;-    Então o que ela faz ?&lt;br /&gt;-    Ela reina.&lt;br /&gt;Quis saber para que ela reinava e a resposta parecia 'obvia, para assegurar a otimização&lt;br /&gt;da produção de mel.&lt;br /&gt;Fiz com que me levasse à rainha, pensei em pedir educadamente uma audiencia, e assim&lt;br /&gt;aconteceu.&lt;br /&gt;   A abelha rainha veio até mim. Era maior que as outras, parecia mais velha também, expliquei&lt;br /&gt;as minhas indagações, minha inquietação. Afinal porque a produção de mel era tão importante&lt;br /&gt;e porque todas aquelas abelhas aceitavam o trabalho tão àrduo com tanta boa vontade, porque&lt;br /&gt;não enxergavam nada além daquilo. E por fim, porque aceitavam se subordinar diante dela.&lt;br /&gt;  A rainha ouviu atentamente, me olhou nos olhos com um leve sorrisso no canto da boca,&lt;br /&gt;um sorrisso de abelha,como que contente com as perguntas de grande importancia, mas surpresa&lt;br /&gt;com a minha ingenuidade, de quem não encontra as respostas mais simples. E o que se seguiu foi a&lt;br /&gt;aurora de um novo tempo para mim, a resposta estava la e não poderia jamais me esconder dela,&lt;br /&gt;e dizia muito sobre quem sempre fazia as perguntas;&lt;br /&gt;- Me admira alguém capaz de fazer perguntas tão importantes, e de se preocupar tanto com elas ,&lt;br /&gt;parecer tao longe de uma resposta. Espera demais das respostas, talvez por isso prefira não encontra-las,&lt;br /&gt;e fica com as perguntas, contente de fazer perguntas, se julga perspicaz. Devia se perguntar o que tantas&lt;br /&gt;perguntas tem lhe trazido. Mas vou responder porque todas essas abelhas fazem mel, esta é a coisa&lt;br /&gt;mais importante da vida delas, elas sabem o que fazer, são importantes, e vivem para isso. São leais e&lt;br /&gt;subordinadas a mim porque dou a elas aquilo que tanto procura e não acha, sentido.&lt;br /&gt;De um sentido a vida e ela segue. Assim são as abelhas, assim são voces!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7183352-113741513461932171?l=omentor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/113741513461932171/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7183352&amp;postID=113741513461932171' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/113741513461932171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/113741513461932171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/2006/01/perguntei-uma-abelha-porque-ela-fazia.html' title=''/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352.post-113311619710577566</id><published>2005-11-27T10:28:00.000-08:00</published><updated>2005-11-27T10:29:57.106-08:00</updated><title type='text'>o mundo na janela</title><content type='html'>Chovia fraco, fazia frio, a menina desenhava um rosto feliz na janela, no suor que logo escorreria e apagaria tudo.&lt;br /&gt;Não dava atenção ao som da TV que anunciava alguma guerra terrivel que acabava de começar, em algum lugar muito longe&lt;br /&gt;dali. Na poltrona, alguém muito velho parecia não se surpreender, como alguém que jà viu muitas guerras começarem, como quem&lt;br /&gt;jà soube pela TV que muitas guerras começaram e algumas continuam, veterano de tragédias contadas. Cansado das velhas novidades,&lt;br /&gt;mudava de canal e tudo parecia não dizer nada, via idiotas que faziam qualquer coisa por dinheiro e também grandes personalidades que&lt;br /&gt;faziam o mesmo. Desligou.&lt;br /&gt;     Olhou ao redor, a menina havia adormecido em baixo da janela. O rosto no vidro, agora desbotado, ainda parecia feliz. O velho sorriu ao ver o desenho&lt;br /&gt;que tantas vezes jà havia feito, hà tantos invernos passados. Se ajoelhou e beijou os cabelos da neta, como quem dà uma benção, levou o dedo à janela&lt;br /&gt;e escreveu logo acima do rosto contente; o mundo é dos fortes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7183352-113311619710577566?l=omentor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/113311619710577566/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7183352&amp;postID=113311619710577566' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/113311619710577566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/113311619710577566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/2005/11/o-mundo-na-janela.html' title='o mundo na janela'/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352.post-111852549165159125</id><published>2005-06-11T14:30:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:31:31.653-07:00</updated><title type='text'>O incompreensível, incompreendido.</title><content type='html'>Quero lhe dizer  tudo que não disse até hoje. Talvez não consiga, ou não consegui ainda, organizar em palavras o que sinto, não é tarefa fácil. Mas ninguém mais pode tentar fazê-lo. Portanto cabe somente a mim cumprir este legado. Não falo, muitas coisas que gostaria de dizer me ficam presas à garganta, posso sentir fisicamente tal peso em meu corpo.&lt;br /&gt;Na minha caverna, no meu subsolo, neste porão que  só eu tenho as chaves, tudo me parece muito bem. Tenho o que quero, e quando mudo de idéia (o que acontece frequentemente), pronto, tudo está mudado. Aqui faço as leis e aqui julgo tudo. Sem piedade faço piada de tudo que me parece patético, e condeno aquilo que não tolero , sem justificativas (me reservo este direito). Só as minhas certezas valem neste locus . Neste ponto se torna nebuloso de onde vem tais certezas, e não cabe senão a mim julgar a validade das mesmas. Onde tudo deveria me servir e caber muito bem , um canto particular onde acreditei tudo funcionar em perfeita harmonia&lt;br /&gt;( tudo pautado em perfeito raciocínio, calculado meticulosamente), eis que aparecem as tais certezas bizarras.&lt;br /&gt;Certezas são areia movediça, admito. A dúvida nos move em alguma direção, nos dá algum sentido, e quando deparo com uma dúvida monstruosa, uma muralha, percebo que não se trata de dúvida mas sim de uma certeza às avessas, construída por mim mesmo no meu mundo bizarro , neste porão imundo onde passo a maior parte do tempo. Recluso. A luz entra por uma fresta e traz um pouco de claridade a este lugar cheio de mofo, a ‘vida viva’ (pego o termo emprestado, bem como a imagem do subsolo, porque são perfeitos neste caso) pulsa lá fora. Certezas são os tijolos desta fortaleza, muito bem fixados pelo medo, uma espécie de cimento que torna toda a estrutura tão sólida e firme, paredes fortes, de mais de dois metros, de um cinza opaco.&lt;br /&gt;Posto que as certezas, ou o que acredito seja certo ou não, me conduzem a algum lugar, acreditava que me serviam de alguma maneira. Daí outra certeza me encara sem hesitação. Não há onde chegar, não importa onde se vai, tudo o que importa é o caminho. A vida não é mais que caminhar, o caminho é tudo. Viver.&lt;br /&gt;Mas porque e para onde ir se questiono o objetivo(?). Posso deliberadamente escolher acreditar em alguma coisa porque penso que me faria bem ?! Trato da mesma maneira a fé.  Ainda não falei dos desejos. O desejo nos move. Não sei nada sobre desejo, tampouco sei sobre qualquer coisa que escrevi até agora, e sei que tudo pode soar muito primário. O desejo me move (não pretendo estrapolar meus devaneios a todos ), é tudo que sei sobre ele. Desejar é um exercício de frustração (não aqui no meu porão!). Neste momento a luz através da fresta se torna intensa e ilumina todo o lugar, quero olhar lá fora, quero estar lá fora mais uma vez. Estou certo agora que seria melhor para mim estar lá. Fosse como fosse. Olho ao redor e encontro a porta que não procurava a algum tempo, forço mas parece não ceder. Alguém bloqueou com cimento. Maldito quem fez isso . Odeio quem poderia ter feito tamanha crueldade. E lembro que eu mesmo construí este lugar. Minha mente silencia e me satisfaço com autocríticas tão perspicazes, lembro da satisfação das primeiras vezes que estive aqui, quando entrava e saía sem dificuldade. Mas já não sei ao certo porque vim aqui das primeiras vezes e como este lugar veio a se tornar minha cela. Consciência é dor , mas só ela pode me tirar daqui.(?).&lt;br /&gt;Escrevo, e o cimento parece tomar conta do lugar, não sei de onde escorre, parece escorrer das paredes. Minhas pernas já estão paralisadas, os movimentos se tornam mais lentos e já não tiro os olhos da fresta. A ‘vida viva’ pulsa lá fora. Parece boa, às vezes. Ainda não falei do amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7183352-111852549165159125?l=omentor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/111852549165159125/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7183352&amp;postID=111852549165159125' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/111852549165159125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/111852549165159125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/2005/06/o-incompreensvel-incompreendido.html' title='O incompreensível, incompreendido.'/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352.post-111852530825087161</id><published>2005-06-11T14:23:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:28:28.256-07:00</updated><title type='text'>menina na calçada</title><content type='html'>A menina olha o mar por alguns instantes e logo se perde em pensamentos, a vastidão do oceano fascinava a menina de camisa verde e a fazia se sentir pequena, qual grão de areia, gota d’água, de lágrima e chuva. Tão bonito e tão maior que ela.&lt;br /&gt;    A menina dos pés descalços olhou para o chão e se intrigou com a gigantesca fila de minúsculas formigas que vinham sabe-se lá de onde e entravam organizadamente numa fenda do calçadão, todas carregando pedaços de folha que pareciam maiores que elas. A menina dos olhos castanhos se admirava com tamanho esforço e por mais alguns instantes observou aqueles seres em miniatura, e logo se sentiu grande e superior. Mas as formigas eram totalmente alheias a presença da menina com cicatriz na testa, que se incomodou naquela constatação, mas o que a incomodava de verdade era o fato daqueles seres tão pequeninos saberem exatamente o que fazer. Abraçavam seu destino e seguiam  em frente transpondo os obstáculos mais improváveis, por maiores que fossem. Nem todo o conhecimento e pensamento lhe permitiu tal experiência e agora se sentia menos importante que  qualquer uma daquelas formigas que simplesmente a ignoravam. Escolheu uma delas e a seguiu, pensou que poderia matá-la, tinha grande poder agora e podia escolher sobre a vida e a morte.&lt;br /&gt;         Esmagou com o polegar a escolhida, definindo seu destino, sem se sentir capaz de mudar o seu próprio. Todas as outras formigas continuavam sabendo exatamente o que fazer. A menina sem casa, não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7183352-111852530825087161?l=omentor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/111852530825087161/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7183352&amp;postID=111852530825087161' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/111852530825087161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/111852530825087161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/2005/06/menina-na-calada.html' title='menina na calçada'/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7183352.post-110235333228061255</id><published>2004-12-06T09:13:00.000-08:00</published><updated>2004-12-06T09:15:32.280-08:00</updated><title type='text'>,</title><content type='html'>,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7183352-110235333228061255?l=omentor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omentor.blogspot.com/feeds/110235333228061255/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7183352&amp;postID=110235333228061255' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/110235333228061255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7183352/posts/default/110235333228061255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omentor.blogspot.com/2004/12/blog-post.html' title=','/><author><name>Ziggovsk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07369902869808790288</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
